A livraria Fonte de Letras nasceu em 2000 na pequena cidade de Montemor-o-Novo. Aí cresceu e durante 13 anos marcou o seu lugar na cena livreira do País.Em Julho de 2013 abrimos um novo capítulo na nossa história: a Fonte de Letras mudou-se de prateleiras, livros e bagagem para Évora, a belíssima cidade Património Mundial da Humanidade, a Fonte de Letras mudou para que tudo fique como sempre foi. É uma livraria generalista onde se encontram as novidades editoriais, mas onde se dá especial atenção a pequenas e raras editoras, livros de poesia, edições sobre o Alentejo e a melhor selecção de livros para crianças… Tem uma programação cultural regular e um pequeno espaço para exposições de artes plásticas. Um espaço onde também se pode beber um café biológico Balzac, um chá earl grey Virginia Woolf e saborear o literário biscoito Jane Austen Ring. A Fonte de Letras surpreende ainda quem a visita com vários artigos e presentes ligados à literatura.

A Fonte de Letras integra a ReLI – Rede de Livrarias Independentes

 

As nossas sugestões:

 

A cidade das crianças. Francesco Tonucci, Faktoria K de Livros, 17,50€

Ciente de que uma cidade à medida das crianças deve ser necessariamente uma cidade com maior qualidade de vida para todos os cidadãos, a autor apresenta com esta obra uma nova filosofia para o seu governo, com base em experiências concretas, em que as crianças são consideradas como o seu elemento-chave. Ao mesmo tempo lança um repto aos responsáveis públicos para que adoptem novas estratégias e rompam com medidas que põem em perigo o futuro das cidades.

 

 

 

Aprender a Aprender no Pré-Escolar: o Modelo Pedagógico do Movimento da Escola Moderna, Maria da Assunção Folque, Fundação Calouste Gulbenkian, 2012, 20€.

Este livro baseado na tese de doutoramento da autora apresenta a vida de duas salas de jardim de infância que trabalham segundo o modelo curricular do MEM (Movimento da Escola Moderna), demonstrando como a respectiva organização do quotidiano, as atividades e os projetos, levam as crianças a processos de “aprender a aprender”, processos esses vitais para o seu ulterior desenvolvimento.

Inscrevendo-se numa perspectiva sócio-cultural e aprofundando as relações entre pedagogia/s e aprendizagem, Assunção Folque apresenta dois estudos em profundidade usando metodologias etnográficas e introduz um elemento novo na tradição investigacional portuguesa, que é o de tomar as próprias crianças como sujeitos de investigação e, portanto, como informadores privilegiados relativamente à recolha de dados. Neste verdadeiro itinerário pela vida e quotidiano de duas salas de jardim de infância, Assunção Folque devolve-nos  um olhar crítico e lúcido sobre as práticas diferenciadas das duas educadoras observadas.

 

 

A Participação - Um Paradigma para a Intervenção Social, Isabel de Freitas Vieira, Universidade Católica, 17,50€

A leitura da obra A participação: um paradigma para a intervenção social é importante não só para os trabalhadores sociais e para a sua formação e reflexividade profissional, mas também para quem tem responsabilidades no desenho e desenvolvimento de politicas sociais. Identificamos o Serviço Social como uma profissão que pode empreender um caminho para a realização de uma cidadania democrática, tomando-o como percurso de intervenção para a construção de uma sociedade mais justa e mais igualitária.

 

 

Altas Vozes, Isabel Bezelga, Arranha Céus, 24,99€

Este livro, bem como a sua separata «Fundamentos das Brincas de Évora», inserem-se num programa articulado de divulgação que decorre da necessidade de dar a conhecer e conferir visibilidade a uma antiga tradição performativa da região de Évora: As Brincas Carnavalescas. Aparentada com outras tradições performativas nacionais e internacionais (Auto de Floripes do Minho, Danças dramáticas da Terceira, Tchiloli de São Tomé, Bumba meu Boi e Cavalo Marinho de múltiplas regiões do Brasil), a Brinca é constituída por um grupo de homens e rapazes que vai soltando décimas numa cadência ritmada bem audível e, dessa forma, contam uma antiga história (fundamentos), cantam e evoluem coreograficamente no espaço. Pelo meio, um trio de faz-tudos desafia e intromete-se com a assistência. Constata-se que apenas um limitado número de cidadãos conhece esta forma cultural radicada na região de Évora desde finais do séc XIX e ligada a um modo de vida rural. Este volume inicia uma nova colecção da Arranha-céus destinada à divulgação de teses sobre os mais variados assuntos.

 

 

O Teatro do Oprimido na periferia de Lisboa - Cidade, cidadania e arte, André Carmo, Outro Modo, 11€

Este livro trata das relações entre cidade e cidadania, através da arte. Ao analisar as actividades desenvolvidas pelo Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa na Região Metropolitana da capital procura compreender como pode contribuir a cidadania através da arte para a construção de cidades mais justas, e quais os desafios e limites que este processo enfrenta.

 

Livraria Fonte de Letras

Rua Vasco da Gama, n.º 8, 7000-941 Évora

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