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... em
2018
celebram-se
100
anos
do
Armistício
da I
Guerra
Mundial?
Évora
pela
Paz
(100
Anos
do
Armistício)
é o
tema
geral
escolhido
para
a
atividade
da
autarquia
eborense
em
2018,
em
virtude
de
se
completarem
os
100
Anos
do
Armistício
que
pôs
fim
à
Primeira
Guerra
Mundial.
O
conflito
prolongou-se
por
mais
de 4
anos,
mobilizou
mais
de
70
milhões
de
militares
e
causou
mais
de
10
milhões
de
mortos
e 20
milhões
de
mutilados.
Hoje,
inúmeros
conflitos
armados
decorrem
em
vários
pontos
do
Planeta
e a
maioria
dos
países
está
envolvida
nalgum
desses
conflitos.
A
atual
tragédia
dos
refugiados
tem
como
uma
das
principais
causas
a
fuga
à
guerra.
A 11 de
Novembro
de
1918
foi
assinado
em
Compiègne,
França,
o
Armistício
que
pôs
fim
à
Primeira
Guerra
Mundial
e
que
marcou
a
derrota
das
forças
germânicas
e
dos
seus
aliados.
A guerra
teve
lugar
no
Ocidente
com
entrada
da
guerra
submarina.
Os
Estados
Unidos
da
América
cortaram,
a
partir
de
Fevereiro
de
1917,
quaisquer
relações
com
a
Alemanha
e a
6 de
Abril
entraram
em
guerra
do
lado
dos
Aliados.
Com
o
abandono
da
Rússia
na
guerra,
após
a
revolução
bolchevique
desse
mesmo
ano
(Outubro
de
1917),
os
Aliados
estavam
com
dificuldades,
tendo
sido
vital
a
entrada
dos
Americanos
na
guerra.
Com o
estrondoso
sucesso
entre
Reims
e
Soissons
a 18
de
julho
e a
11
de
agosto
de
1918,
os
Aliados
empurraram
as
tropas
imperiais
para
uma
guerra
defensiva,
induzindo
o
marechal
Ludendorff
a
pedir
o
final
da
guerra
a 14
de
agosto
de
1918.
A 29 de
setembro,
foi
apresentado
por
Hindenburg
e
Ludendorff
uma
proposta
de
armistício
e no
dia
seguinte,
dia
30,
a
Bulgária
também
conseguiu
um
armistício.
De seguida,
foi
a
vez
do
governo
alemão
propor,
a 3
e 4
de
outubro,
um
armistício
na
voz
de
Maximiliano
da
Baviera,
dirigido
ao
presidente
norte-americano
T.
W.
Wilson.
Contudo,
este
impunha
como
condição
indispensável
a
existência
de
um
governo
democrático
na
Alemanha.
Devido à
proposta
austríaca
de
armistício
de
27
de
outubro,
a
monarquia
em
Viana
caiu
e a
30
do
mesmo
mês
foi
a
vez
de a
Turquia
depor
as
armas
e
assumir
a
derrota.
Entretanto,
Maximiliano
da
Baviera
entregou
o
governo
alemão
a
Friedrich
Ebert
(1871-1925)
e a
Philipp
Scheideman
(1865-1939),
que
proclamou
a
República
em
julho
de
1919.
O rei
Guilherme
II,
que
reinou
entre
1888
e
1918,
partiu
para
o
exílio
sendo
então
assinado
a 11
de
Novembro
de
1918
o
armistício
que
punha
um
ponto
final
a
esta
guerra.
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